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24 / 10 / 2019

Mês Internacional das BE 2019/Ateliê “Ver, não ver e aprender”

Neste mês de outubro, internacionalmente celebrado como o mês das bibliotecas escolares, é-nos proposto pela IASL o lema Vamos imaginar...

 

Sendo a biblioteca escolar um lugar da vivência de uma cidadania ativa e participada, assinalamos, no dia 15 de outubro, o Dia Mundial da Bengala Branca, uma efeméride de grande importância para as pessoas com deficiência visual.

Fizemos o convite à Dr.ª Susana Gonçalves para vir à nossa Biblioteca partilhar alguns dos seus saberes e experiências de vida, pois trata-se de uma pessoa que perdeu a visão por completo aos 20 anos de idade.

Trabalha na Biblioteca Municipal Florbela Espanca e, como ela própria nos referiu, houve uma série de mudanças necessárias para se adaptar à sua nova condição de vida, mas continuou autónoma, faz as tarefas do dia-a-dia e tem um filho, agora com 13 anos.

Os alunos do 6.ºA, acompanhados da sua DT, ouviram atentamente tudo que lhes foi relatado e participaram com muito carinho na sessão:

- uma aluna (Leonor Sousa) leu um texto (“Gucci – Ai que o meu dono está tonto!”, de Carlos Lopes, portador deficiência visual)

- todos os alunos trouxeram uma caixa de ovos – vazia – que lhes permitiu aprender o alfabeto Braille, sistema baseado em 6 pontos em alto relevo, dispostos em duas colunas de 3 pontos cada que, combinados entre si, permitem responder às diversas necessidades de representações escritas. Estes  seis pontos são designados por Células Braille e estão numerados de acordo com a posição em que se encontram.

As fotografias ilustram o momento…

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